Hoje, ao arrumar a mesa, vi um monte de carregadores e de repente pensei que a cadeia modular para as pessoas comuns pode ser como isto: você não se preocupa com qual fio dentro do carregador é responsável pela carga rápida, qual fio é responsável por transmitir dados, você só quer “conectar e usar, sem faíscas”. A modularização separa execução, liquidação, dados, e, para ser claro, o que o usuário percebe é: assinar na carteira uma vez, a confirmação é mais previsível, as taxas e a velocidade não variam tanto.



Mas a realidade é... quando um ponte de cross-chain é roubado, por exemplo, as pessoas ainda pensam subconscientemente “esperar a confirmação primeiro”, e fica mais evidente quando o oráculo dá erro: preferem que seja mais lento, mas com certeza. Para alguém como eu, que gerenciou fundos em DAO, o que mais importa são as permissões e se as fronteiras estão claras ou não; quanto mais fina for a modularização, mais interfaces há, e quem pode mexer em qual parte precisa estar bem definido, senão, quanto mais carregadores comprarem, mais difícil será usar algum deles, e no final, ninguém se atreve a conectar o que funciona.
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