Recentemente tenho estado a analisar a questão da privacidade na cadeia, quanto mais vejo, mais acho que as pessoas comuns não devem ter ilusões: a cadeia é como uma vitrine de vidro, no máximo com uma camada de película fosca, se realmente quisermos seguir a conformidade, o caminho sempre pode ser remontado. Para ser claro, a minha expectativa atual é — para não querer ser observado por estranhos no dia a dia, podemos fazer alguma ocultação básica, mas não devemos tratar as “ferramentas de privacidade” como uma capa de invisibilidade, muito menos usá-las como desculpa para ultrapassar limites.



Depois, ao ver mineração social, tokens de fãs e aquele conceito de “atenção como mineração”, fico um pouco indeciso: a atenção realmente vale dinheiro, mas é como o vento, passa e desaparece, e poucos projetos conseguem deixar fluxo de caixa no final. Ainda por cima, alguém reclamou comigo: tu vês essas narrativas românticas todos os dias, mas no fundo o que mais te importa é “de onde vem o dinheiro”. Não consegui contra-argumentar… De qualquer forma, agora prefiro encarar a conformidade como uma linha de limite, a privacidade como uma cortesia, e não como um amuleto de proteção. Por agora, é assim.
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