Na última semana, um tópico de "explosão de discussões" continuou a fermentar: deve-se congelar os 5,6 milhões de bitcoins que permanecem inalterados há uma década desde a era do Satoshi Nakamoto?



A origem foi um aviso do cofundador da Casa, James Lopp: esses bitcoins ainda estão em carteiras antigas não atualizadas, e no futuro, computadores quânticos podem hackeá-los. Em vez de serem roubados por hackers, seria melhor congelá-los diretamente na camada de protocolo — afinal, eles valem cerca de 440 bilhões de dólares agora.

Após a proposta, a rede inteira ficou em alvoroço. O fundador da OP NET apontou de forma incisiva: independentemente da motivação, congelar esses fundos equivale a declarar que a "propriedade do Bitcoin pode ser intervencionada", o que subverteria a expectativa fundamental de "propriedade absoluta". Uma vez que essa expectativa seja abalada, as instituições podem ser obrigadas a liquidar suas posições, pois a lógica de investimento deixa de fazer sentido.

O setor de mineração também se manifestou. O CEO da SazMining acredita que a solução deve envolver ferramentas melhores e migração voluntária, e não confisco por parte do protocolo. A Lightning Ventures foi mais direta: isso parece prático, mas na verdade está minando a base do Bitcoin de "imutabilidade e permissão zero".

Atualmente, o debate ainda continua. Apesar de a possibilidade de execução ser mínima, a discussão em si já rompeu uma barreira psicológica: descobriu-se que alguns "tabus" agora podem ser discutidos abertamente. $BTC $GT $ETH
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