Apenas olhando para os dados das taxas de hipoteca de meados de 2023 e é interessante ver o quanto mudou. Naquela altura, as taxas fixas de 30 anos estavam em torno de 7,11% com hipotecas de 15 anos a 6,53%. Os aumentos das taxas pelo Fed eram o principal motor que impulsionava as taxas de hipoteca mais altas naquela época, e a crise de oferta de habitação significava que os preços das casas não estavam caindo muito apesar dos custos elevados de empréstimo.



O que mais me impressionou foi o quanto as diferenças nas prestações mensais importavam. Num empréstimo de 100 mil com uma hipoteca de 30 anos nessas taxas de 2023, estaríamos a pagar cerca de 673 dólares por mês em principal e juros. Avançando para agora, o panorama das hipotecas mudou bastante, mas os fundamentos de comparação de taxas continuam a aplicar-se da mesma forma.

Se estivesse a procurar uma hipoteca naquela altura (ou agora), a chave era sempre a mesma: não aceite apenas a primeira cotação de taxa. Compare vários credores, verifique as taxas e taxas que cobram, e entenda o seu APR, não apenas a sua taxa de juro. O seu score de crédito e a relação dívida/renda são o que realmente determinam a taxa que um credor lhe oferece de qualquer forma. A dinâmica do mercado imobiliário evoluiu certamente desde 2023, mas uma comparação inteligente de taxas nunca sai de moda.
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