Dizem que a Pop Mart é que ganha esse dinheiro. Mas eu realmente não consigo entender a Pop Mart, nem quero que me presenteiem com ela. Toma espaço.


Por exemplo:
Uma pessoa joga jogos, gasta 3000 yuans para comprar uma placa gráfica, vai estudar repetidamente os parâmetros, desempenho, pontuações, ficar indecisa se vale a pena ou não.
Mas se for para comprar uma roupa limitada para um personagem de jogo, mesmo que seja apenas trocar um efeito especial, trocar a aparência, vender por 3000 yuans, muitas pessoas não hesitariam em fazer o pedido.
Porque a placa gráfica é uma “ferramenta”, tem um uso claro, as pessoas entram em modo racional.
E a pele, na essência, não tem muita função prática, ela vende valor emocional, senso de identidade, estética e felicidade. Quanto mais esse tipo de coisa, mais as pessoas tendem a não se importar com custo-benefício.
Outro exemplo:
Uma pessoa vai ao supermercado comprar legumes, até uma maçã que custa 5 yuans por jin ela vai escolher por um bom tempo.
Mas ao ir à Disney ou Universal Studios, uma Coca-Cola de 40 yuans, uma pipoca de 80 yuans, parecem “já que estamos aqui”.
Porque o primeiro é um item de necessidade básica, as pessoas naturalmente entram em modo de economia rigorosa; o segundo é consumo de entretenimento, as pessoas não compram a Coca-Cola, mas a atmosfera e a experiência.
Muitos consumos, na verdade, seguem essa regra:
Quanto mais próximo de “prático”, mais racional a pessoa é.
Quanto mais próximo de “emoção”, mais irracional a pessoa fica.
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