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Guerra Inglaterra-Argentina vira luta livre, Bellingham furioso após o apito final

A 16 de julho, nas meias-finais do Mundial, no “duelo Inglaterra-Argentina”, o primeiro tempo do “Inglaterra-Argentina” já tinha virado “luta livre” — as duas equipas somaram 19 faltas no total, os conflitos começaram logo no minuto 3 e o ambiente carregado manteve-se do início ao fim.

I. Descrição dos momentos de luta livre

  1. A confrontação já vem no máximo desde o pontapé inicial

  Logo no minuto 2, as duas equipas envolveram-se em contacto físico; no minuto 3, um jogador da Argentina atacou diretamente a nuca do jogador inglês com a mão, e o árbitro não mostrou cartão.

  No primeiro tempo, as duas equipas somaram 19 faltas; os jogadores, alternadamente em campo, foram encenando “rolar, cair, dar pontapé, voar”, etc.

  O veterano de 39 anos conseguiu passar por vários defesas, mas acabou derrubado pelo adversário com uma falta com a mão.

  

  2. Impressões do público

  Há espectadores que descrevem o cenário como “cada uma das partes com a ideia de que, enquanto não morrer, vai para cima até ao limite”.

  Cada jogador colocou-se no papel de “se conseguir vencer o de lá, volta para casa e trata da árvore genealógica”.

  A intensidade do confronto não teve em conta as consequências de segurança: primeiro vai-se ao corpo; se a velocidade for um pouco mais lenta, pode ser atirado ao chão.

  3. Brincadeiras e avaliações dos internautas

  Foi gozado como “um jogo de wrestling, mas ainda há uma bola”.

  Há quem tenha colocado a BGM de “You Are My Destiny” para brincar com o cenário.

  Um utilizador verificado resumiu: “A luta livre é demasiado civilizada: até houve uma bola a ser chutada para aqui e para ali”.

II. Análise das razões por trás do cenário

  1. Continuação de antigas rivalidades

  Do diferendo das Malvinas a “mão de Deus”, de uma investida de Owen em 1998 ao declínio de Batson em 2002, cada encontro entre Inglaterra e Argentina carrega orgulho e obsessão nacionais.

  O reencontro entre inimigos não precisa de mobilização: “velhas mágoas e novas rixas decidem-se em 90 minutos”.

  Para os espectadores, esta partida é vista como “o jogo mais emocionante deste Mundial”, com a convicção de que traz inevitavelmente consigo antigas rivalidades.

  2. Escolhas táticas de ambas as partes

  A Argentina optou primeiro por uma pressão física de alta intensidade, com a intenção de irritar os jogadores-chave da Inglaterra e levar o jogo para o caos.

  A atitude da Argentina é clara: “Enquanto não mexeres com o Messi, ainda dá; mas mexer com o Messi, não se pode aguentar.”

  A vantagem atlética da Inglaterra também se fez sentir no confronto: até com defesa tripla sobre Messi, os jogadores ainda foram obrigados a cometer faltas.

  3. Fator das medidas do árbitro

  No início, o árbitro manteve um critério demasiado permissivo, o que fez com que as duas partes fossem testando os limites continuamente, levando a que a escalada de conflitos se agravasse.

  Após o ataque inicial da Argentina à nuca, não houve cartões; já depois de Messi ser derrubado, o árbitro mostrou amarelo a jogadores da Inglaterra, o que gerou críticas de “duplo padrão”.

  Nesta “arte do equilíbrio”, o árbitro ficou sem agradar a ninguém dos dois lados, e a controvérsia manteve-se ao longo de toda a partida.

III. As exibições de confronto dos jogadores de ambos os lados

  1. Do lado da Argentina

  A execução tática de ir ao contacto e de irritar o adversário foi firme, e jogadores como Lautaro foram frequentemente assinalados.

  Há quem considere que a Argentina, através de pequenas ações e faltas, tentou afetar a postura mental do jogador central adversário.

  2. Do lado da Inglaterra

  Mostrou um lado feroz que não se via há muitos anos, deixando até os adeptos habituados à Inglaterra surpreendidos.

  Perante o confronto físico da Argentina, a Inglaterra respondeu igualmente de forma dura: ambos os lados fizeram muitos movimentos, e ninguém foi “uma florzinha indefesa”.

  3. Escalada dos incidentes no relvado

  No minuto 37, Messi, com bola, foi derrubado, e as duas equipas explodiram numa grande confusão.

  O confronto não foi apenas tático: teve também uma explosão emocional, e o cenário chegou a fugir ao controlo.

IV. Bellingham furioso após o apito final
Após a partida, a fúria de Bellingham chamou a atenção. Primeiro, ele cumprimentou de forma amigável alguns jogadores da Argentina; mas quando chegou a vez de Balco, o próprio parece ter dito algo ofensivo em espanhol. Bellingham entendeu e ficou imediatamente furioso: depois de uma pancada com a mão na nuca de Balco por trás, Bellingham avançou logo para exigir explicações e, rapidamente, os dois acabaram em empurrões. Nesse momento, o veterano argentino Otamendi avançou decisivamente e empurrou Bellingham para longe; ao mesmo tempo, os colegas da Inglaterra intervieram rapidamente, levando-o para fora do centro do conflito, evitando que a situação piorasse ainda mais. No entanto, depois da confusão acalmar, Bellingham tapou o rosto com as duas mãos e chorou em silêncio — esta fragilidade, em forte contraste com a confrontação intensa pouco antes, é de partir o coração.
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HighAmbition
· 11h atrás
坚定HODL💎
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· 12h atrás
Faça a sua própria pesquisa 🤓
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· 12h atrás
Vai e pronto 👊
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· 12h atrás
坚定HODL💎
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