Elon Musk acredita que a IA poderá ultrapassar a inteligência combinada da humanidade em cinco anos.



Ele também prevê um futuro em que a IA e os robôs tornem o trabalho opcional e que o dinheiro se torne muito menos importante, porque a tecnologia cria uma abundância extrema.

É uma visão emocionante.

Mas acho que uma questão importa mais do que a própria tecnologia.

Quem detém a abundância?

Se a IA reduzir drasticamente o custo de produzir software, bens e serviços, a sociedade poderá tornar-se muito mais rica do que é hoje.

Mas custos de produção mais baixos não significam automaticamente que a riqueza seja partilhada de forma igual.

As empresas que detêm os modelos de IA.

Os centros de dados.

Os robôs.

A cadeia de fornecimento de semicondutores.

A infraestrura energética.

Estes podem tornar-se os ativos mais valiosos do mundo.

A história mostra que as revoluções tecnológicas criam uma riqueza enorme — mas nem sempre para toda a gente.

A internet criou empresas de biliões de dólares.

A computação em nuvem premiou os negócios que construíram a infraestrura.

A IA poderá seguir o mesmo padrão.

É por isso que continuo a investir em empresas que estão a construir o ecossistema de IA, em vez de me focar apenas na volatilidade de curto prazo do mercado.

A IA pode redefinir o que é o trabalho.

Mas também pode redefinir o que significa deter ativos produtivos.

Os maiores vencedores podem não ser as pessoas que usam IA.

Podem ser as pessoas que a detêm.

#AI #Investing #technology
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