De 3 de junho de 2026, 17:00 a 17:15 (UTC), a ETH caiu 0,67% em 15 minutos; a faixa de preço foi de 1.818,42 a 1.833,97 USDT, com amplitude de 0,85%. A retração no curto prazo gerou atenção do mercado, com a volatilidade acima da média recente.
O principal motor dessa oscilação foi a ressonância entre o teste de pontos-chave técnicos e a liquidação forçada de alavancagem. O preço se aproximou do patamar psicológico de US$ 2.000, disparando ordens de venda programadas e ações de stop-loss; ao mesmo tempo, os dados da CoinGlass mostram que o volume de liquidações da ETH está em uma faixa “Extreme” (extrema). As posições compradas acumuladas anteriormente foram acionadas em bloco quando o preço recuou levemente, gerando um ciclo de realimentação negativa que ampliou ainda mais a pressão vendedora.
Em seguida, a inércia das saídas de capital dos ETFs continua. Em maio de 2026, o ETF spot de ETH registrou saída líquida de US$ 401,62 milhões; a continuidade das retiradas reduziu a liquidez do mercado, deixando a capacidade de absorção das compras aquém da demanda. Monitoramento on-chain indica que, em 2 de junho, um endereço de baleia que estava “adormecido” por 5 anos transferiu 9.000 ETH (cerca de US$ 178,6 milhões) para uma corretora importante, elevando a preocupação do mercado com uma possível venda. Isso se somou à incerteza trazida pela atualização GlAmsterdam (em junho), aumentando a cautela e o sentimento de espera no curto prazo.
O risco de volatilidade ainda persiste. No próximo período, é importante acompanhar a eficácia do suporte da ETH na faixa de US$ 1.800, o fluxo diário do ETF spot de ETH e o andamento da atualização GlAmsterdam. Recomenda-se observar mudanças nas reservas das corretoras on-chain e o nível das taxas de financiamento para mitigar o efeito cascata da limpeza de alavancagem no curtíssimo prazo.