As ações da Micron Technology dispararam mais de 12% na terça-feira, depois que o Bank of America incluiu a fabricante de chips em sua lista de “Melhores Ideias de Investimento” e elevou sua meta de preço para US$ 1.550, de US$ 1.500, citando uma demanda mais forte por chips de memória acoplados à inteligência artificial.
O analista do Bank of America, Vivek Arya, destacou os resultados fiscais do 3T de 2026 da Micron e apontou um crescimento estrutural no mercado de memória. O banco estima que a memória agora representa aproximadamente 35% a 40% dos gastos com IA na nuvem, cerca de duas a três vezes acima das médias históricas. O Bank of America espera que a oferta de memória de alta largura de banda continue apertada pelo menos até 2027, o que pode sustentar preços e margens para a Micron.