De acordo com o analista de semicondutores do Morgan Stanley, Joseph Moore, o banco reafirmou a classificação de Overweight (acima da média) para a Nvidia (NVDA-US) com uma meta de preço de US$ 288, o que implica uma alta de 36,5% em relação ao fechamento de sexta-feira de US$ 210,96. Moore destacou quatro motores de crescimento para lidar com as preocupações do mercado sobre uma possível desaceleração: laboratórios de IA (atualmente 20% da demanda, com a participação de mercado da Nvidia se recuperando para quase 50%), provedores de nuvem hyperscale (50% da receita atual, expandindo via produtos de CPU com a Vera CPU projetada para contribuir com US$ 20 bilhões no ano fiscal corrente), projetos soberanos de IA e provedores de nuvem emergentes mais clientes corporativos. O Morgan Stanley espera que os dois últimos segmentos possam superar os demais à medida que fatores geopolíticos e de infraestrutura remodelam a expansão da IA.
A receita da Nvidia cresceu 71% ano a ano, atingindo US$ 253,5 bilhões, com a ação negociando a um índice preço/lucro crescimento de apenas 0,28, que o Morgan Stanley considera atraente em relação ao potencial de crescimento. O analista recomendou montar posições com compras adicionais a US$ 190.