A NASA concede o contrato $30M para resgatar o observatório Swift da deterioração orbital

A NASA concedeu em setembro um contrato de US$ 30 milhões à startup Katalyst Space Technologies para construir um satélite de resgate para o observatório Swift, uma missão de astronomia de US$ 500 milhões que corre o risco de colidir com a Terra. A agência havia perguntado a três empresas, há 10 meses, se elas poderiam projetar, construir e lançar um satélite em menos de um ano para salvar o Swift, que vem detectando estouros de raios gama desde seu lançamento em novembro de 2004. A solução da Katalyst envolve uma pequena espaçonave chamada Link, que usará três braços robóticos para se acoplar ao Swift e impulsionar de volta sua órbita em deterioração para uma altitude segura. A missão trata da falta de propulsores a bordo do Swift, o que permitiu que o arrasto atmosférico puxasse o observatório de sua altitude original de 363 milhas para 225 milhas até quinta-feira, acelerando seu caminho rumo à reentrada.

Katalyst desenvolve sistema de braços robóticos para captura do Swift

A Katalyst Space Technologies, uma startup fundada em 2020, apresentou o que a diretora de divisão de astrofísica da NASA, Shawn Domagal-Goldman, descreveu como uma resposta tecnicamente e programaticamente plausível. O contrato concedido em setembro exige que a Katalyst construa, teste e lance a espaçonave de serviço Link dentro do cronograma apertado. O Link vai alcançar o Swift em órbita e usar três braços robóticos para se prender ao observatório antes de executar manobras de impulso orbital.

Altitude do observatório Swift cai para 225 milhas

O observatório Swift foi lançado em novembro de 2004 em uma órbita de aproximadamente 363 milhas acima da Terra para detectar estouros de raios gama, as explosões mais poderosas do Universo conhecido. Até quinta-feira, o Swift voava a 225 milhas de altitude. A espaçonave não tem propulsores para manter sua órbita, fazendo o arrasto aerodinâmico reduzir gradualmente sua altitude. Astrofísicos continuam a depender dos instrumentos multifaixa do Swift para identificar e localizar estouros de raios gama para observações de acompanhamento por outros observatórios. A taxa de queda aumentará conforme a espaçonave descer para camadas atmosféricas mais densas, até que o Swift queime durante a reentrada sem intervenção.

FAQ

Qual é o contrato da NASA com a Katalyst Space Technologies? A NASA concedeu à Katalyst um contrato de US$ 30 milhões em setembro para construir um satélite chamado Link que vai resgatar o observatório Swift usando braços robóticos para se acoplar a ele e impulsionar de volta sua órbita em deterioração para uma altitude segura.

Por que o observatório Swift precisa de uma missão de resgate? O Swift foi lançado em novembro de 2004 sem propulsores a bordo, e o arrasto atmosférico o puxou de sua altitude original de 363 milhas para 225 milhas até quinta-feira, colocando a missão de US$ 500 milhões em risco de colidir com a Terra.

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