Nvidia cai para US$ 197 em meio a temores de aumento de taxas e queda de 31% no preço de aluguel de GPUs

Em 3 de julho de 2026, as ações da Nvidia fecharam a US$ 197,58, queda de aproximadamente 18% em relação à máxima recorde de US$ 235,47 em 14 de maio, apesar de reportar receita recorde de US$ 81,6 bilhões no trimestre, alta de 85% em relação ao ano anterior, de acordo com os resultados divulgados em 20 de maio de 2026. O recuo reflete pressões externas, e não fraqueza nos lucros: mercados precificando cerca de 50 pontos-base de aumentos das taxas do Federal Reserve até dezembro, uma queda de 31% em três semanas nos preços de aluguel de GPU B200, de US$ 6,11 para US$ 4,22 por hora, sugerindo possível arrefecimento na demanda por infraestrutura em nuvem, e o endurecimento dos controles de exportação dos EUA sobre embarques de chips para a China. A receita do Data Center atingiu US$ 75,2 bilhões, alta de 92% ao ano, com margens brutas próximas de 75%, e orientação para o segundo trimestre de US$ 91 bilhões.

O consenso de Wall Street está próximo de US$ 303, com metas variando de US$ 250 a US$ 500 (TipRanks, 5 de julho de 2026). A queda no preço de aluguel de GPU — um sinal de utilização em tempo real — agora serve como um indicador crítico de demanda, com preços abaixo de US$ 3 por hora potencialmente sinalizando uma mudança para o cenário pessimista de US$ 150.

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