USTR Afirma que o Pix do Brasil Restringe o Comércio dos EUA e Propõe Tarifas em uma Ação da Seção 301

De acordo com um relatório de junho do Representante Comercial dos EUA (USTR), o sistema de pagamentos instantâneos Pix do Brasil onera ou restringe o comércio dos EUA ao impor custos a provedores de serviços dos EUA e obrigá-los a promover seu concorrente brasileiro sem compensação. A USTR determinou que os atos e políticas são acionáveis sob a Seção 301(b) da Lei Comercial, citando o duplo papel do banco central como regulador e operador do Pix como criador de um conflito de interesses.

O governo do Brasil rejeitou as conclusões preliminares, afirmando que o Pix é uma infraestrutura pública gratuita, operada pelo Banco Central, com regras aplicadas de forma uniforme e neutra a todas as empresas. O presidente Lula defendeu o sistema, que processou mais de 7 bilhões de transações em abril, declarando: “Pix pertence ao Brasil, e ninguém vai nos forçar a mudar isso.”

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