As pessoas que vivem em estado de carência prolongada têm uma agressividade maior.
Quando uma pessoa está há muito tempo sem dinheiro, sem oportunidades, sem segurança, o cérebro recua do modo de pensamento para o modo de sobrevivência, restando apenas três coisas: atacar, defender, lutar.
Por isso, elas tendem a interpretar o neutro como ameaça, a ver a competição como hostilidade e o sucesso dos outros como uma privação.
A carência cria a ilusão de soma zero: ganhar=perder, você obter=eu perder.
Elas mantêm a sensação de posição negativa ao negar os outros.
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