Membro popular da comunidade XRP, Vet, partilhou uma publicação que mostra o quão extremo é o gap de eletricidade entre o XRP Ledger e o Bitcoin, e os números são difíceis de ignorar.
De acordo com os dados citados por Vet, a rede XRP utilizou aproximadamente $73.000 em eletricidade para operar durante um ano inteiro.
O Bitcoin, por comparação, estima-se que consuma entre $8 bilhões e $12 bilhões em eletricidade anualmente, usando tarifas industriais de energia.
Essa não é uma pequena diferença. É uma escala completamente diferente.
O tweet de Vet foca numa conclusão simples: o XRP é muito mais eficiente em termos energéticos do que o Bitcoin, tanto ao nível da rede quanto por transação.
Ele aponta estimativas que mostram:
A implicação é clara — o modelo de prova de trabalho do Bitcoin requer uma entrada de energia enorme para garantir a segurança da rede, enquanto o sistema de consenso do XRP funciona com consumo mínimo de energia.
Por isso, os apoiantes do XRP frequentemente argumentam que o XRP Ledger é mais adequado para pagamentos de alto volume, especialmente num mundo onde o uso de energia se torna uma questão política e regulatória cada vez maior.
A pegada de energia do Bitcoin tem sido controversa há anos. Os apoiantes argumentam que é o preço da verdadeira descentralização e segurança incomparável. Os críticos afirmam que é ineficiente e difícil de justificar em escala.
A publicação de Vet entra exatamente nesse contraste.
O design da rede XRP não depende de mineração, evitando assim o enorme consumo de eletricidade que as cadeias de prova de trabalho exigem. Isso torna o XRP muito mais barato de operar e mais fácil de posicionar como uma blockchain “mais ecológica” em conversas institucionais.
Dito isto, o custo de energia não é a única métrica que define uma blockchain.
O modelo de segurança do Bitcoin é baseado em sacrifício econômico; os mineradores gastam recursos reais para proteger a rede, o que faz com que o BTC seja visto como o ativo mais testado em batalhas no mundo cripto.
A eficiência do XRP é real, mas o uso de energia do Bitcoin também faz parte do que o torna singularmente resiliente.
Ainda assim, o ponto de Vet é válido: a diferença é enorme, e à medida que a adoção de criptomoedas cresce, a sustentabilidade da rede continuará a ser um tema importante.
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