A BC Card enfatiza a infraestrutura de pagamentos em vez de ativos digitais, à medida que a era das stablecoins se desenrola

De acordo com a chefe de comunicações da BC Card, Kim Hee-jung, a 15 de julho, a empresa sublinhou que a conectividade da infraestrutura de pagamentos transfronteiriços é mais crítica do que os próprios ativos digitais na era das stablecoins. Falando no fórum «Ethiopia x K-Digital Connect 2026» em Seul, Kim destacou a estratégia da BC Card para ligar redes internacionais de pagamentos, salientando que cada país deve reforçar a sua própria infraestrutura de pagamentos e ligá-la às restantes.

Atualmente, a BC Card opera ligações diretas de pagamentos digitais com vários países, incluindo Taiwan, Malásia e Indonésia. Na Indonésia, a BC Card criou a MTI, uma joint venture de especialização em processamento de pagamentos com o Banco Mandiri, detido pelo Estado, que hoje serve 16 ou mais instituições financeiras e empresas de fintech. A empresa está igualmente a expandir as ligações a pagamentos transfronteiriços, permitindo que utilizadores de Taiwan realizem transações com comerciantes coreanos utilizando aplicações de pagamento locais, e possibilitando que os clientes da BC Card utilizem serviços de pagamento locais no estrangeiro.

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