10 de junho de 2026, das 13:30 às 13:45 (UTC), a BTC/USDT recuperou rapidamente de 61.497,3 dólares para 62.374,7 dólares, atingindo uma rendibilidade de +1,33% em 15 minutos; a amplitude de preço foi de 1,43%, com um quadro global que apresenta características de recuperação técnica.
O principal motor desta oscilação foi um ressalto técnico após o preço ter tocado um nível-chave de suporte. A 10 de junho, o Bitcoin mergulhou até ao mínimo de 60.708,92 dólares; a marca inteira dos 60.000 dólares não foi efetivamente quebrada em baixa, o que desencadeou sinais de compra por parte de estratégias de negociação programática e de acompanhamento de tendência, levando o preço a recuperar rapidamente as perdas.
Em paralelo, a publicação dos dados de CPI atuou como gatilho macroeconómico. O CPI dos EUA de maio subiu 4,2% em termos homólogos, registando a maior subida desde 2023, enquanto o CPI core aumentou 0,2% em termos mensais, abaixo do valor anterior. A leitura do mercado apresentou uma característica de “mau já está descontado”; o índice do dólar recuou temporariamente, dando suporte à BTC. Além disso, a queda do ouro nesse dia (-2,68%) indicou pressão sobre os ativos de refúgio, com os fundos a reequilibrarem-se entre classes de ativos; parte do capital terá migrado para ativos de topo com melhor liquidez, como o Bitcoin. A variação marginal nos fluxos de fundos dos ETFs também merece atenção — após 13 dias de saídas de 44 mil milhões de dólares, surgiu a expectativa de pausa; a redução da pressão vendedora marginal reforçou a confiança do capital existente.
A questão de saber se o nível de suporte dos 60.000 dólares será efetivamente quebrado em baixa continua a ser um indicador-chave a observar no curto prazo; se os ETFs retomarem grandes saídas ou se os dados do CPI continuarem a exceder as expectativas, o preço poderá voltar a sofrer pressão.