De acordo com o relatório de 17 de junho do Goldman Sachs, o fluxo de petróleo através do Estreito de Ormuz poderá apenas recuperar para cerca de 70% dos níveis anteriores à guerra, à medida que os produtores da região recorrem cada vez mais a rotas alternativas. A análise indica que, para as exportações de crude do Golfo voltarem aos níveis anteriores à guerra, o fluxo diário através do estreito teria de aumentar em 13 milhões de barris face aos volumes actuais.
Estão previstos aumentos de carga que ficarão concluídos até ao final de julho, com a produção de petróleo do Golfo a antecipar-se como totalmente recuperada até outubro. Segundo a Agência Internacional de Energia, cerca de 20 milhões de barris de petróleo e produtos relacionados fluíam diariamente através do estreito antes do conflito.