Klarna requer carta bancária dos EUA para se expandir para além do 'Compre Agora, Pague Depois'

A Klarna, empresa fintech sueca, anunciou na segunda-feira que apresentou um pedido aos reguladores federais e estaduais para estabelecer uma subsidiária bancária nos EUA. A entidade proposta, Klarna Bank USA, seria uma instituição apoiada pela Federal Deposit Insurance Corporation (FDIC), licenciada no Utah e liderada por Gary Harding, ex-CEO do Milestone Bank e do Prime Alliance Bank. O pedido representa o impulso estratégico da Klarna para se expandir para além das suas ofertas principais de compre agora, pague depois, em direção a serviços bancários de consumo mais amplos. O CEO Sebastian Siemiatkowski afirmou que a medida visa fornecer aos clientes ferramentas para contrair empréstimos de forma responsável, ao mesmo tempo que traz maior concorrência e inovação ao mercado. O pedido de licença segue uma tendência mais ampla do setor, com a fornecedora de fintech Mercury a receber aprovação condicional para estabelecer o seu próprio banco em abril.

Klarna Propõe Estrutura Bancária com Cobertura da FDIC no Utah

A Klarna disse na segunda-feira que o Klarna Bank USA operaria como uma instituição apoiada pela Federal Deposit Insurance Corporation (FDIC), licenciada no Utah. Gary Harding, ex-CEO do Milestone Bank e do Prime Alliance Bank, lideraria a subsidiária bancária proposta. A empresa afirmou que a licença lhe permitiria internalizar as operações bancárias e reforçar a fiabilidade nos serviços de pagamentos, crédito e comerciantes.

CEO Siemiatkowski Cita Procura por Abordagem Bancária Transparente

Sebastian Siemiatkowski, cofundador e CEO da Klarna, afirmou que a empresa tem observado em primeira mão o apetite por uma abordagem mais justa e transparente nos EUA. Descreveu a licença bancária como o próximo passo natural para a empresa. Siemiatkowski declarou que a medida daria aos clientes ferramentas para contrair empréstimos de forma responsável e construir confiança financeira, ao mesmo tempo que traz maior concorrência, inovação e escolha ao mercado.

Empresas Fintech Procuram Licenças Bancárias Após Aprovação da Mercury

O pedido da Klarna surge após a aprovação condicional da Mercury para estabelecer o seu próprio banco em abril. A tendência reflete a mudança das empresas fintech, que passam de parcerias com bancos dos EUA para a posse das suas próprias licenças. Ao possuir um banco, as empresas fintech podem financiar empréstimos com depósitos de clientes em vez de financiamento grossista mais caro, oferecer diretamente contas à ordem e cartões de crédito, e depender menos de parceiros bancários terceiros.

Klarna Lançou Contas Poupança de Alto Rendimento no Mês Passado

No mês passado, a Klarna lançou contas poupança de alto rendimento para clientes nos EUA. O WebBank detém essas contas ao abrigo da atual estrutura de parceria. O pedido de licença marca o passo mais recente da Klarna para se tornar um banco de consumo mais amplo, em vez de apenas um fornecedor de compre agora, pague depois. A Klarna abriu o capital em setembro passado e está atualmente a ser negociada por cerca de metade do seu preço de IPO de 40 dólares.

FAQ

O que anunciou a Klarna na segunda-feira relativamente às suas operações nos EUA?

A Klarna anunciou na segunda-feira que apresentou um pedido aos reguladores federais e estaduais para estabelecer uma subsidiária bancária nos EUA chamada Klarna Bank USA, que seria uma instituição apoiada pela Federal Deposit Insurance Corporation (FDIC), licenciada no Utah.

Quem liderará o banco proposto pela Klarna nos EUA?

Gary Harding, ex-CEO do Milestone Bank e do Prime Alliance Bank, lideraria o Klarna Bank USA, de acordo com o anúncio da empresa.

Porque é que a Klarna quer possuir uma licença bancária nos EUA?

A Klarna afirmou que a licença lhe permitiria internalizar as operações bancárias, reforçar a fiabilidade nos serviços de pagamentos, crédito e comerciantes, financiar empréstimos com depósitos de clientes em vez de financiamento grossista mais caro, e oferecer diretamente contas à ordem e cartões de crédito, dependendo menos de parceiros bancários terceiros.

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