De acordo com funcionários dos EUA, o presidente Trump ordenou uma pausa nas investidas militares mais alargadas contra o Irão após uma reunião de 24 de julho, manifestando preocupações de que uma escalada adicional pudesse desencadear represálias mais severas e sobrecarregar os recursos de defesa aérea do Pentágono no Médio Oriente.
Em 23 de julho, Trump tinha ponderado lançar ataques de grande escala, mas depois da reunião de 24 de julho recuou e ordenou às forças militares dos EUA que não avançassem. Funcionários dos EUA atribuíram a decisão ao facto de Trump ter sido convencido por conselheiros militares de que operações escaladas contra o Irão poderiam atrair ataques de retaliação mais ferozes, aumentando a pressão sobre os sistemas de defesa aérea norte-americanos.