Perspetiva do mercado — 19 de julho
Neste momento, não é altura de discutir touros ou ursos.
Para os traders, estas duas palavras não geram lucro.
O que realmente merece atenção é que o mercado está a passar por uma nova ronda de desalavancagem; a volatilidade deve subir e a faixa lateral pode tornar-se a nota dominante nos próximos meses.
A minha opinião é que, na ausência de novos catalisadores importantes, o mercado provavelmente continuará a oscilar repetidamente. O foco da negociação deve estar no ritmo e no controlo do risco, e não em apostar numa tendência de um só sentido.
Quanto à direção macro final, dou mais atenção ao período após as eleições legislativas de meados de novembro deste ano.
Nessa altura, as expectativas de políticas, a orientação fiscal e o apetite pelo risco poderão ser novamente precificados, e o mercado pode ter oportunidade de gerar um movimento com tendência de forma sustentada.
Quanto a se o movimento final será para cima ou para baixo, ninguém consegue ter certeza.
Se o ambiente político melhorar claramente e o apetite pelo risco voltar, o mercado pode entrar numa nova ronda de fortes tendências de alta.
Se as expectativas políticas falharem e a liquidez continuar a contrair-se, o mercado também poderá enfrentar uma nova e mais profunda correção.
Por isso, o mais importante agora não é prever o futuro.
É chegar ao futuro.
Controlar a posição, manter a paciência e esperar.
Antes de a tendência aparecer, cometer menos erros; depois de a tendência ser confirmada, seguir a tendência.
O dinheiro que se ganha com a negociação nunca é o dinheiro de prever, mas sim o dinheiro da tendência.
Neste momento, não é altura de discutir touros ou ursos.
Para os traders, estas duas palavras não geram lucro.
O que realmente merece atenção é que o mercado está a passar por uma nova ronda de desalavancagem; a volatilidade deve subir e a faixa lateral pode tornar-se a nota dominante nos próximos meses.
A minha opinião é que, na ausência de novos catalisadores importantes, o mercado provavelmente continuará a oscilar repetidamente. O foco da negociação deve estar no ritmo e no controlo do risco, e não em apostar numa tendência de um só sentido.
Quanto à direção macro final, dou mais atenção ao período após as eleições legislativas de meados de novembro deste ano.
Nessa altura, as expectativas de políticas, a orientação fiscal e o apetite pelo risco poderão ser novamente precificados, e o mercado pode ter oportunidade de gerar um movimento com tendência de forma sustentada.
Quanto a se o movimento final será para cima ou para baixo, ninguém consegue ter certeza.
Se o ambiente político melhorar claramente e o apetite pelo risco voltar, o mercado pode entrar numa nova ronda de fortes tendências de alta.
Se as expectativas políticas falharem e a liquidez continuar a contrair-se, o mercado também poderá enfrentar uma nova e mais profunda correção.
Por isso, o mais importante agora não é prever o futuro.
É chegar ao futuro.
Controlar a posição, manter a paciência e esperar.
Antes de a tendência aparecer, cometer menos erros; depois de a tendência ser confirmada, seguir a tendência.
O dinheiro que se ganha com a negociação nunca é o dinheiro de prever, mas sim o dinheiro da tendência.





















