Executivos de IA confirmam forte demanda nesta semana, apesar da mudança das empresas para a estratégia de “Valuemaxxing”

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Em entrevistas ao CNBC nesta semana, vários executivos de IA e semicondutores disseram que a demanda por inteligência artificial continua forte, mesmo com as empresas deixando de fazer gastos indiscriminados e passando a buscar retorno sobre investimento. Pat Gelsinger, ex-CEO da Intel e agora sócio-gerente na Playground Global, afirmou que a demanda por IA é “quase ilimitada”, com a disponibilidade de energia sendo “o único limitador real”. Marc Boroditsky, diretor de receitas da Nebius, construtora de data centers, informou que a demanda “supera em muito” a capacidade de atender aos pedidos. Andrew Feldman, CEO da startup de chips Cerebras, observou que, em toda a indústria, “a demanda por capacidade de computação supera muito a capacidade disponível”. Os executivos atribuíram a mudança no comportamento das empresas ao que é chamado de “valuemaxxing” — uma abordagem para justificar os gastos com IA por meio de resultados mensuráveis — substituindo as práticas anteriores de “tokenmaxxing”, em que as empresas incentivavam o uso ilimitado de ferramentas de IA, independentemente dos resultados.
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