O Japão busca acabar com a dependência de terras raras da China, visando reduzir a dependência de importação de 63%

De acordo com a Fount Media em 10 de julho, o governo e a indústria do Japão lançaram uma estratégia abrangente para reduzir a dependência crítica de suprimentos de terras raras da China, com autoridades, incluindo representantes de Tóquio, afirmando que o país se tornará uma nação que "nunca ficará sem elementos de terras raras". Isso ocorre após décadas de preocupação desde uma disputa de fornecimento em 2010.

O Japão está explorando múltiplos caminhos: extração de lama contendo terras raras de leitos marinhos próximos a Minami-Tori Shima, parcerias com a Lynas, da Austrália, e a Imerys, da Europa, para diversificar as cadeias de suprimentos, além de expandir a produção doméstica de ímãs em empresas como Shin-Etsu Chemical e Daikin Industries. A Mitsubishi Electric lançou um programa de recuperação de terras raras de ar-condicionados descartados. No entanto, dados atuais mostram que o Japão importou 63% dos materiais de terras raras de origem chinesa até o final de 2023, um aumento em relação a aproximadamente 50% em 2018, com dependência total de terras raras pesadas da China.

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