Storm, que ainda pode enfrentar um novo julgamento no caso do Tornado Cash, reprovou declarações da CEO do Lead Bank, Jackie Reses, que chamou o debanking de “um absoluto monte de merda”. Ele afirmou que o fenômeno é real e que já o vivenciou diversas vezes depois de ter suas contas intimadas pelo DOJ.
- Principais destaques:
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- Roman Storm acusou o DOJ de usar debanking durante seu julgamento, destacando a utilidade de mercado das criptos.
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- Depois que o GoFundMe o bloqueou, Storm recorreu às criptos para sustentar sua defesa após ser debancado.
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- Diante de um 2º julgamento por lavagem de dinheiro, Roman Storm dependerá novamente de doações em criptos para sobreviver.
Tornado Cash Roman Storm: ‘Eu fui debancado. Várias vezes’
Roman Storm, desenvolvedor do protocolo de mixagem Ethereum Tornado Cash, condenado por conspiração para operar um negócio de transmissão de dinheiro sem licença, acusou o Departamento de Justiça (DOJ) de usar o debanking como arma em seus processos de acusação.
Nas redes sociais, Storm reprovou declarações de Jackie Reses, cofundadora e CEO do Lead Bank, que se referiu ao debanking como uma “absoluta porcaria”.

“Existem 5 mil bancos nos Estados Unidos. Temos muitos estados republicanos. Você está me dizendo que, em muitos estados republicanos, inclusive onde a minha empresa fica, Kansas City, Missouri — esses bancos não estavam dispostos a bancar, por exemplo, empresas conservadoras?” ela destacou no podcast Sourcery.
Storm levou o assunto às redes sociais para criticar as afirmações de Reses, dizendo que havia sido debancado diversas vezes enquanto enfrentava julgamento, à medida que bancos que receberam intimações do DOJ pararam de oferecer seus serviços.
“Qualquer pessoa que passa por uma acusação do DOJ rapidamente aprende esse padrão: no momento em que o DOJ invade todas as suas contas com intimações, seu banco te desativa. É uma das ferramentas deles para restringir sua capacidade de se defender — tornando mais difícil pagar advogados, administrar seu caso e manter-se solvente,” declarou Storm.
Além disso, Storm reforçou a relevância das criptomoedas para financiar sua defesa depois que o GoFundMe reembolsou doações sem explicação. “As criptos me permitiram fazer vaquinha para financiar minha defesa legal. Sem isso, eu não teria sido capaz de lutar contra esse caso. Eu não sei como eu teria continuado lutando sem as criptos existirem,” disse ele.
Por fim, ele alertou que pode enfrentar um segundo julgamento por conspiração para cometer lavagem de dinheiro e por conspiração para violar sanções dos EUA, e que mais uma vez dependerá de doações em criptos para financiar o processo que vem aí. “Podemos enfrentar um segundo julgamento. Podemos precisar passar por recursos. Há muitas incógnitas pela frente, e cada uma delas custa dinheiro,” concluiu.