Figuras da mídia estatal russa, Vladimir Solovyov e Margarita Simonyan, emitiram declarações na televisão estatal russa ameaçando destruir Londres, Berlim e Copenhague, segundo a cobertura de 26 de maio de 2026. Simonyan, chefe da rede controlada pelo Estado RT, alertou que “uma escalada é inevitável”. As declarações coincidem com o aumento da atividade naval russa perto das águas britânicas, incluindo a presença do RFN Admiral Grigorovich, uma fragata de 4.035 toneladas armada com mísseis de cruzeiro, e uma embarcação de apoio/oficina de suporte de 122 metros.
Russian State Media Statements
During the broadcast, Solovyov stated: "I will tell you honestly, I love Europe a lot, I love America, but for me there is no choice: who needs the world if Russia isn't in it?" He further claimed that Russia has no intention of capturing European territories, only destroying them, saying: "The way the current war is, we won't take Berlin, but we might destroy it. It's pointless to take it. Western military experts understand it well that neither Berlin, London, or Copenhagen, are capable of defending themselves."
Russian Naval Vessels Near British Waters
The two Russian naval vessels have been tracked approaching British waters three times over the preceding two months, according to reporting from the i newspaper. The vessels were recently positioned near the Galloper wind farm off the coast of Suffolk and have been closely shadowed by the Royal Navy. The RFN Admiral Grigorovich is a frigate equipped with cruise missiles, while the second vessel is a 122-metre support workshop vessel.
Resposta do governo do Reino Unido
O primeiro-ministro Keir Starmer confirmou que pára-quedistas britânicos receberam autorização para interceptar e abordar navios pertencentes à frota-fantasma da Rússia enquanto eles navegam pelas águas do Reino Unido. A frota-fantasma russa é composta por mais de 1.000 petroleiros antigos, mal conservados, que operam sob diversas bandeiras estrangeiras para transportar petróleo e recursos para fora da Rússia, contornando sanções econômicas impostas após a invasão em larga escala da Ucrânia pela Rússia.