Ações da Shein devem estrear mais rápido em uma IPO em Hong Kong em agosto, com captação estimada em US$ 3 bilhões

De acordo com a Bloomberg em 13 de julho, citando fontes familiarizadas, o gigante do fast fashion Shein Global Holdings Ltd. está buscando concluir um IPO na Bolsa de Hong Kong o mais rápido possível em agosto, após obter a aprovação da Comissão Reguladora de Valores Mobiliários da China (CSRC). O valor de captação pode ficar entre US$ 2 bilhões e US$ 3 bilhões; o montante final dependerá da avaliação da empresa e do feedback dos investidores, e as discussões relevantes ainda estão em andamento.

Bloomberg cita fontes familiarizadas: Shein pode listar em Hong Kong já em agosto

Segundo fontes familiarizadas citadas pela Bloomberg em 13 de julho, a Shein pode concluir um IPO em Hong Kong o mais rápido possível em agosto de 2023; as fontes, por não poderem divulgar informações discutidas, pediram anonimato. A captação é estimada em US$ 2 bilhões a US$ 3 bilhões, e o valor final dependerá da avaliação da empresa e do feedback dos investidores.

Todos os detalhes ainda estão sendo negociados, incluindo o tamanho da captação e o cronograma de listagem, que também podem ser ajustados. A audiência de listagem da Bolsa de Valores de Hong Kong (HKEX) está marcada para 16 de julho (quinta-feira), dando mais um passo-chave para a listagem oficial.

Shein mira Hong Kong após duas tentativas frustradas de IPO nos EUA e em Londres

De acordo com a reportagem, a Shein obteve na última sexta-feira (11 de julho) a aprovação da CSRC para um IPO em Hong Kong, o que está a cerca de um ano de distância da empresa ter enviado pela primeira vez o pedido de listagem à HKEX. Antes disso, a Shein tentou, em sequência, abrir capital nos Estados Unidos e em Londres, mas não conseguiu; fontes familiarizadas revelaram que a principal razão para desistir do plano de Londres foi que as autoridades regulatórias da China demoraram a aprovar a proposta de listagem em Londres. Assim, a Shein mudou o local da listagem para Hong Kong.

A Shein mudou sua sede para Singapura em 2021; depois disso, por vários anos, suavizou seu histórico na China, só alterando a estratégia quando direcionou a listagem para Hong Kong.

Avaliação da Shein cai de pico de mais de US$ 90 bilhões para cerca de US$ 30 bilhões

Segundo a reportagem, a avaliação da Shein já havia superado em três vezes US$ 30 bilhões (ou seja, mais de US$ 90 bilhões); fontes familiarizadas disseram no ano passado que a empresa enfrentava pressão de acionistas, que exigiam uma redução da avaliação para US$ 30 bilhões.

Os fatores que seguem pressionando o negócio da Shein incluem: impacto de políticas de tarifas, concorrência cada vez mais acirrada do Temu, da PDD Holdings, e revisões regulatórias em diferentes locais. Se este IPO em Hong Kong for concluído com sucesso, será a primeira entrada da Shein no mercado de capitais aberto após duas tentativas frustradas nos EUA e em Londres.

Perguntas frequentes

Qual é o cronograma e o tamanho da captação previstos para o IPO da Shein em Hong Kong?

De acordo com a Bloomberg, citando fontes familiarizadas, a Shein pode concluir um IPO em Hong Kong o mais rápido possível em agosto de 2023, com captação potencial de US$ 2 bilhões a US$ 3 bilhões; o montante final dependerá da avaliação da empresa e do feedback dos investidores, e os detalhes ainda estão em negociação.

Por que a Shein escolheu listar em Hong Kong, e não nos EUA ou em Londres?

De acordo com a reportagem, a Shein tentou em sequência abrir capital nos EUA e em Londres, mas não conseguiu; fontes familiarizadas revelaram que a principal razão para desistir do plano de Londres foi que as autoridades regulatórias da China demoraram a aprovar a proposta de listagem em Londres, e que a CSRC já aprovou oficialmente o IPO em Hong Kong em 11 de julho.

Qual é o nível de avaliação da Shein atualmente?

De acordo com a reportagem, a avaliação da Shein já havia superado em três vezes US$ 30 bilhões (mais de US$ 90 bilhões), mas, sob pressão de acionistas e pressões do negócio como tarifas e concorrência do Temu, a avaliação caiu para cerca de US$ 30 bilhões.

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