As doações de caridade nos EUA superaram US$ 617,2 bilhões no ano passado, alta de 5,7%, impulsionadas por megadoadores e legados.

De acordo com o relatório da Giving USA Foundation divulgado esta semana, instituições de caridade dos EUA receberam uma estimativa de US$ 617,2 bilhões em doações no ano passado, uma alta de 5,7% em relação ao ano anterior. Esta é a primeira vez que as doações anuais ultrapassam US$ 600 bilhões nos 60 anos de história do relatório. Doadores individuais contribuíram com US$ 394,2 bilhões, embora isso tenha crescido apenas 1,4% em termos ajustados pela inflação. Em contraste, os legados de caridade — doações feitas após a morte — aumentaram 16,6%, para US$ 62,19 bilhões. O aumento foi impulsionado por doadores ultra-ricos; nove pessoas foram responsáveis por US$ 22,32 bilhões, incluindo a contribuição de US$ 6,65 bilhões de MacKenzie Scott. Quase um terço do aumento dos legados veio do espólio do falecido Paul Allen, que estabeleceu um fundo de US$ 3,1 bilhões para pesquisa em ciência e tecnologia.
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