De acordo com a The Digital Chamber, 71% das instituições da América Latina estão a utilizar stablecoins para pagamentos transfronteiriços, a taxa de adoção regional mais elevada a nível global. Os volumes de transações com stablecoins na região dispararam 89% em termos anuais, atingindo 324 mil milhões de dólares em 2025, impulsionados pelos avanços regulatórios no Brasil, na Bolívia e na Argentina.
A investigação da Mizuho concluiu que as soluções de stablecoins reduziram as taxas de transferências transfronteiriças para menos de 1%, face aos 5–7% cobrados por intermediários tradicionais. Se os 142 mil milhões de dólares enviados dos EUA para a Latam em 2025 tivessem recorrido a infraestruturas de stablecoin, poderiam ter gerado até 8,9 mil milhões de dólares em poupanças.