No seu relatório de quinta-feira, o Financial Action Task Force alertou que os criminosos estão cada vez mais a explorar stablecoins para financiar atividades ilícitas, com 83% das jurisdições inquiridas já tendo adotado a Regra de viagem, acima dos 73% de há um ano.
A Regra de viagem da FATF exige que as instituições financeiras e os prestadores de serviços de ativos virtuais partilhem informações sobre o remetente e o destinatário para transações em cripto transfronteiriças acima de um limiar de 1.000 dólares (ou 1.000 euros), com o objetivo de combater a lavagem de dinheiro e o financiamento do terrorismo. Apesar da adoção legal, a FATF instou as jurisdições a acelerarem a implementação e a aplicação das normas de AML em cripto, citando lacunas regulamentares que os intervenientes ilícitos continuam a explorar.