De acordo com a BlockBeats, a 6 de junho, o ex-presidente Trump renovou a sua crítica ao acordo nuclear com o Irão de 2015 (JCPOA), afirmando que era equivalente a entregar ao Irão armas nucleares e sustentando que os futuros acordos com o Irão seriam superiores ao entendimento da era Obama.
No entanto, especialistas norte-americanos em não proliferação nuclear referiram que, apesar das suas imperfeições, o JCPOA limitou com sucesso as atividades de enriquecimento de urânio do Irão e estabeleceu o mecanismo internacional de inspeção mais rigoroso até à data. O antigo secretário de Estado da Energia dos EUA, Ernest Moniz, afirmou que a principal conquista do acordo foi melhorar significativamente a transparência, permitindo à Agência Internacional de Energia Atómica (AIEA) uma supervisão sem precedentes das instalações nucleares iranianas. Desde que a administração Trump se retirou em 2018, o Irão tem vindo progressivamente a violar as restrições, aumentando substancialmente as reservas de urânio, com níveis de enriquecimento a atingirem 60%.